
Antes de acompanhar outras mulheres, eu também precisei olhar para a minha própria história.
Após a perda do meu primeiro filho, eu continuei vivendo, trabalhando e cumprindo responsabilidades.
Por fora, a vida seguiu.
Por dentro, ainda existia uma dor que precisava ser cuidada.
Durante muito tempo, continuar funcionando fez parecer que eu estava seguindo em frente.
Mas seguir em frente e estar emocionalmente bem não são necessariamente a mesma coisa.
Foi quando eu também me permiti viver o meu próprio processo que comecei a compreender, de outra forma, o que significa carregar uma dor silenciosa enquanto a vida continua acontecendo.
Eu não conheço essa dor apenas pelo estudo ou por acompanhar outras mulheres. Também precisei atravessar o meu próprio processo e cuidar do que ainda doía em mim.
Essa experiência não substitui a história de nenhuma mulher.
Mas mudou profundamente a maneira como eu escuto, acolho e acompanho quem chega até mim.
Master Terapeuta TRG
CITRG 13693




